Ao despertar do dia, fulano não quer mais ser o que é, ou melhor, não quer mais ser quem é. Em um diálogo interno percebe que este questionamento não é possível. Os seres não podem simplesmente questionar a essência do seu existir, pois acabam despertando em seu corpo diversos mecanismos de defesa que, geralmente, acabam em depressão. Deprimido então, trava um colóquio com sigo mesmo para acordar do estado de torpor e deste antagonismo chega a uma conclusão: “Não existe porquê quando o que se trata é da vida!”.
Temporadas: Brasília - (2001) Centro Cultural Banco do Brasil e na Sala Martins Penna do TNCS e Paraná - (2002) FILO/Festival Internacional de Londrina.