O homem que cheirava a flores é um espetáculo sobre a memória e sobre como nós convivemos com ela. Todavia, a memória sujeito deste trabalho não é a memória das datas e números, é a memória subjetiva influenciada por nossa parte emocional, nossos sentimentos, nossas leituras do mundo. É a memória como lembrança. Lembrança que é tão importante para que possamos nos relacionar com o mundo. Lembranças nas quais muitas vezes construímos nossa história de vida.
Ângelo, um homem de 50 anos, depois de uma vida inteira afastado, volta para sua casa de infância em uma cidade do interior.
Lá, encontra-se com sua mãe, Violeta. Enquanto ela passa o tempo arranjando flores sobre a mesa da sala, ambos buscam, em suas memórias,
lembranças da época em que viviam juntos naquela casa. Entre recordações, cheiros, conversas sobre momentos da vida de cada um, há, porém,
um segredo que parece percorrer o ambiente como o perfume das flores: por que ele voltou?
Temporadas: (2004) Casa D´Itália - Teatro Goldoni; Teatro da CAIXA; e (2005) Complexo FUNARTE - Sala Cássia Eller.
Ficha Técnica
Texto e Direção: Alex Ribondi
Interpretação: Adriana Lodi e Alexandre Ribondi
Iluminação: James Fensterseifer
Figurino: Adriana Nunes
Cenário: Cia. Brasilienses de Teatro
Arte: Ângelo Gabriel
Foto: Adla Marques
Produção: James Fensterseifer
